それは私が生きている感じさせてくれたと巨大な姿勢が良いものがあるかもしれないあらゆる思考を殺した...
"Se, por medo da frustração, a gente esquece os sonhos mais preciosos que tem e não espalha ações pelo caminho com a intenção de realizá-los, como eles podem lembrar que a gente existe?" (Ana Jácomo)
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“Acho maravilhoso perceber o quanto algumas vidas interagem com a nossa de um jeito tão mágico e bonito. Todo encontro que verdadeiramente nos toca é uma espécie de milagre num mundo de bilhões de seres humanos. Algumas pessoas a gente nem imaginava que existiam, mas, meu Deus, que agrado bom é para a alma descobrir que vivem...."
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Algumas bobagens cotidianas às vezes são capazes de nos oferecer valiosas percepções, quando suas sutilezas não passam despercebidas pelas nossas sensações e sentimentos. A prática da espiritualidade e do autoconhecimento acontece a todo instante e nos convida a atualizar olhares a cada circunstância, bobo que a princípio nos pareça o recurso didático. Essa situação, por exemplo, me fez pensar coisas a respeito de mim mesma. De como tenho me tratado. Do quanto ainda estico a corda até quase arrebentá-la, até quase arrebentar-me, sem necessidade, quando as soluções são possíveis e exigem poucos movimentos. Do quanto ainda me acostumo com o que é desconfortável sem fazer nada para trocar logo de canal. Do quanto, em várias ocasiões, ainda desperdiço energia preciosa que posso utilizar em ações mais úteis e felizes. Do quanto ainda me submeto a limitações nutridas por condicionamentos tão frágeis; não raro, obsoletos. Do quanto ainda adio bem-estar, quando o bem-estar em alguns contextos é pra lá de disponível.
(Ana Jácomo)
It's true...
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Salve o amor. Aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra sempre ou só até amanhã. Aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge. Salve o amor-próprio, que resolve a vida de muitos, o amor das amigas, que aguenta, arrasta e levanta. Salve o amor na pista, que roça, se esfrega, se joga e vai embora. Um amor só pra hoje, sem pacote pra presente, sem laço ou dedicatória. Salve o primeiro amor, que rasgou, perfurou, corroeu… ensinou. Salve o amor selvagem, o amor soltinho, o amor amarradinho. Salve o amor da madrugada, sincero enquanto dure e infinito posto que é chama. Salve o amor nu, despido de inverdades e traquitanas eletrônicas. Salve o amor de dois a dez, um amor sem vergonha, sem legenda. Salve o amor eterno, preenchido de muitos ardores. Salve o amor gigante, mas sem palavras, o rotativo e o escrito, salve o amor rimado, cego, de quatro. Salve o amor safado, sincero e sincopado, o amor turrão e o encaixado.
Lia Bock
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
As querências do dia
Muitas vezes é só um abraço que eu quero. Um abraço apertado que me faça esquecer do mundo aqui fora e que desencadeia uma fila de sorrisos. Muitas vezes, é muito pouco o que eu quero. Uma conversa sincera, um aperto de mão, um sim no lugar do não.
Muitas vezes é só um agrado bom. Um passeio de mãos dadas, um namorinho no cinema. Uma ducha fria depois de uma tarde risonha. Um cheiro que me acorda lembranças. Um colo que me dê vontade de ficar morando dentro.
Muitas vezes é tão pouco o que eu quero. Uma voz do outro lado da linha dizendo que me ama. Um olhar que consente. O orgulho que é posto de lado, dando espaço para compreensão.
Muitas vezes é tão pouco o que eu quero!
Muitas vezes é só um agrado bom. Um passeio de mãos dadas, um namorinho no cinema. Uma ducha fria depois de uma tarde risonha. Um cheiro que me acorda lembranças. Um colo que me dê vontade de ficar morando dentro.
Muitas vezes é tão pouco o que eu quero. Uma voz do outro lado da linha dizendo que me ama. Um olhar que consente. O orgulho que é posto de lado, dando espaço para compreensão.
Muitas vezes é tão pouco o que eu quero!
(Cris Carvalho)
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sábado, 15 de outubro de 2011
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