“Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
(Caio F. Abreu)

Aline, boa tarde!
ResponderExcluirPrimeiro te agradecer por sua visita, também a retribuição em seguir-me. Fico feliz! Quanto ao seu post, uma reflexão bem oportuna... Mas o “amor” tem dessas coisas, às vezes parece nos cegar, perder o sentido do certo, e o errado algo que espera uma explicação... O mais importante é entender que tudo passa, e que a felicidade estar em nosso interior, é só fazer acontecer!!!
Um abraço.