Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR”
Martha Medeiros

Aline, você fala de nosso tempo de modo muito real, autêntico. Uma linguagem poéticas do agora. Lindo, lindo, lindo. Sinto sua falta em meu blogger... Abraço fraterno, HR.
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